Está a pensar em incorporar um novo animal de estimação na família? Revelamos-lhe os segredos!

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Os nossos animais de estimação são indubitavelmente mais um membro da nossa família e, por isso, na Royal Canin queremos celebrar o Dia Internacional da Família partilhando uma série de conselhos básicos para conseguirmos a perfeita integração do animal de estimação na nossa casa.

Criar ritmos e rotinas, a alimentação, o banho, a visita ao veterinário, a brincadeira… todos são momentos fundamentais que marcarão o desenvolvimento do animal e que terão efeito na sua saúde e também na convivência da família.

Revelamos-lhe os segredos para que o processo de adaptação seja o mais simples possível e garantir assim os cuidados que determinarão o seu desenvolvimento e o seu futuro bem-estar.

Segredos para a chegada de um cachorro à família

  • Apresentar a todos os membros da família num ambiente tranquilo, permitindo que se vão conhecendo pouco a pouco.
  • Utilizar reforços positivos, como carícias e prémios, para educar e acostumar o cachorro a ter bons hábitos.
  • Manter-se firme e marcar as regras de convivência desde o início.
  • Criar rotinas quanto aos horários das refeições, de passeios ou de descanso, desde o início.
  • Estabelecer as zonas concretas da casa para comer, brincar ou descansar e as que não são permitidas.
  • Visitar regularmente o veterinário e seguir as suas indicações em cada fase de crescimento do cachorro.
  • Escolher alimentos específicos para cachorro e adequados ao seu tamanho ou raça, que lhe proporcionem os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento motor e cognitivo, e que favoreçam a sua saúde digestiva e o seu sistema imunitário.
  • Controlar a quantidade de alimentos diários e distribuir a ração por 2 ou 3 tomadas.
  • Não lhe dar banho se não for necessário, evitando fazê-lo mais do que uma vez por mês.
  • Escovar diariamente para favorecer o bom estado do pelo e eliminar as células mortas.
  • Destinar tempo diariamente a brincadeiras e exercícios, dado que são fundamentais para o seu desenvolvimento físico e a ligação à sua nova família. Os brinquedos específicos para o seu tamanho são uma boa ferramenta.

A chegada de um gatinho a casa

  • Preparar o seu espaço e as suas coisas: assento rebatível, bebedouro e comedouro, areeiro, caminha, estrutura para raspar, brinquedos do tamanho adequado e um poste ao qual possa subir para brincar ou descansar.
  • Deixar que o gatinho reconheça o território de forma gradual e que vá conhecendo os outros membros da família num ambiente tranquilo.
  • Visitar o veterinário periodicamente e seguir as suas indicações em cada etapa de crescimento.
  • Segurar as partes da casa que possam ser perigosas como varandas, janelas, zonas de cabos elétricos, vãos profundos, retirar objetos delicados das estantes, etc.
  • Estabelecer zonas diferenciadas para a comida, o areeiro, os jogos e o descanso.
  • Respeitar o seu tempo de brincadeira e de descanso.
  • Ensiná-lo desde pequeno a utilizar o assento rebatível, deixando-o aberto para que possa brincar com ele e com algo seu dentro para que o odor lhe seja familiar.
  • Adaptar a alimentação às diferentes fases do seu crescimento, garantindo que o contributo nutricional é aquele de que necessita em cada momento.
  • No momento da transição para alimentos secos, uma boa opção é o Mixfeeding (mistura de húmido e seco).
  • Os gatos limpam-se a si mesmos, de forma que, salvo casos muito pontuais, não é necessário dar-lhes banho.

Problemas e cuidados urinários para o seu animal de estimação

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A doença do trato urinário inferior nos cães e gatos é uma forma de denominar um grupo de doenças complicadas e com causas e sinais clínicos muito diversos.

Doenças do trato urinário inferior mais comuns em animais de estimação

Há uma certa convicção de que a doença do trato urinário inferior é exclusiva dos gatos, mas não é bem assim, pois os cães também podem sofrer desta doença, embora os transtornos possam ser diferentes de espécie para espécie.

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Doença do trato urinário inferior em gatos

  • Cistite idiopática felina. Esta doença, que talvez conheça melhor por infeção de urina ou infeção urinária, afeta a bexiga urinária e outros sistemas, tais como o trato gastrointestinal e a pele. Carateriza-se por provocar crises dolorosas autolimitantes e a sua causa é totalmente desconhecida, daí que seja considerada “idiopática”. O pior desta doença é que o stress no gato a torna muito recorrente.
  • Urolitíase. Consiste na cristalização dos minerais presentes na urina e talvez lhe seja mais familiar se dissermos que se trata de cálculos urinários felinos.
  • Obstruções uretrais. Seja devido à presença de um cálculo urinário, de uma inflamação ou de espasmos, entre outras causas, as obstruções uretrais provocam sempre a incapacidade de urinar.

Doença do trato urinário inferior em cães

  • Infeção do trato urinário. As principais causas são as bactérias do intestino e os sintomas mais comuns são micções frequentes, dor e presença de sangue na urina.
  • Incontinência. Perdas involuntárias de urina provocadas pela disfunção da bexiga ou da uretra ou por uma perturbação neurológica.
  • Urolitíase. Tal como no gato, trata-se da cristalização de alguns minerais na bexiga, por exemplo, estruvite, oxalato de cálcio, cistina e urato, sobre a qual pode obter mais informações no nosso artigo “Cálculos urinários nos cães”.

Sintomas da doença do trato urinário inferior em cães e gatos

Se observar que o seu cão, ou o seu gato, apresenta sangue na urina, dificuldade em urinar, dor ao urinar, necessidade de urinar com frequência ou micção em locais inadequados, deve levá-lo ao veterinário.

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Por vezes, os sintomas da doença do trato urinário não são detetados, por isso é importância fazer exames regulares ao nosso gato e ao nosso cão.

Causas e fatores de risco da doença do trato urinário inferior

  • No gato: excesso de peso, dieta inadequada, esterilização nos machos, falta de exercício e stress.
  • No cão: infeções bacterianas, sexo feminino, excesso de peso, dieta inadequada e estilo de vida sedentário (sai pouco para passear, o que faz com que urine com menos frequência do que a desejável).

Diagnóstico e tratamento da doença do trato urinário inferior

Para fazer um diagnóstico correto, o veterinário precisará de conhecer o estilo de vida, a idade e o peso do seu animal de estimação, bem como se apresenta sangue na urina, dificuldade em urinar, dor, etc.

Uma vez realizado um diagnóstico por parte do veterinário, só ele deve determinar o tratamento adequado para o seu animal de estimação, incluindo, se considerar conveniente, uma alimentação adaptada.

Alimentação adequada para a doença do trato urinário inferior do gato e do cão

Cada espécie deve comer um alimento específico, mas todas as fórmulas da Royal Canin:

  • Estão adaptadas aos problemas e às principais comorbilidades da doença do trato urinário inferior.
  • São clinicamente testadas para garantir a sua eficácia.
  • Têm elevada palatabilidade para que o seu animal de estimação desfrute mais em cada refeição.
  • Contêm proteínas de alta qualidade.
  • Contêm um teor equilibrado de minerais para evitar a formação de cálculos.

Soluções nutricionais à medida para a saúde do trato urinário do gato

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Soluções nutricionais à medida para a saúde do trato urinário do cão

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O cuidado com a saúde urinária do seu animal de estimação deve ser constante

É provável que pense que o seu gato, ou cão, está totalmente saudável quando desaparecem os sintomas da doença do trato urinário inferior, mas há muitos casos em que a saúde urinária do animal precisa de cuidados contínuos, entre os quais a manutenção de um estilo de vida ativo e a alimentação adaptada recomendada pelo seu veterinário.

Isto é fundamental para evitar a recorrência da doença do trato urinário inferior:

  • Leve o seu animal de estimação regularmente ao veterinário para fazer controlos.
  • Certifique-se de que o seu animal de estimação bebe água suficiente. Para que isso aconteça deve ter sempre água limpa e fresca à sua disposição. Isto é ainda mais importante nos gatos.
  • Controle a cor da urina do seu animal de estimação; por exemplo, se é muito escura ou tem uma tonalidade rosada ou avermelhada. Neste último caso, é devido à presença de sangue.
  • Controle os fatores externos que favorecem o surgimento de problemas urinários, por exemplo, o stress, o excesso de peso, o sedentarismo, etc.
  • Em relação à alimentação, o seu veterinário certamente recomendará uma dieta mista, ou seja, a combinação de alimento seco e húmido para um maior fornecimento de líquido, bem como o tipo de alimento adequado para o estado de saúde do seu animal de estimação.

Mas informações em:

IMPORTANTE:

AS MESMAS CAUSAS PROVOCAM SEMPRE AS MESMAS CONSEQUÊNCIAS.

A processionária do pinheiro e o cão

No fim do inverno, assim que as temperaturas sobem com a chegada da primavera, a atividade das lagartas processionárias aumenta e elas descem das árvores.

Este comportamento característico da espécie é cada vez mais antecipado devido ao aumento geral das temperaturas médias, por isso, nós, os donos dos cães, devemos preocuparmo-nos com o problema logo em fevereiro, caso as temperaturas sejam altas já neste mês.

Independentemente da temperatura ambiente, também devemos ter cuidado se formos com o nosso cão a uma zona afetada por alguma destas lagartas processionárias depois de um dia muito ventoso, porque os ninhos das lagartas podem cair e ocasionar o mesmo dano ao nosso cão, tal como se entrasse em contato direto contacto com elas.

Os riscos da lagarta processionária para o cão

Obviamente, se estivermos num parque ou numa floresta onde não há pinheiros, quase de certeza que não haverá lagartas processionárias e, mesmo que haja pinheiros, se nas suas copas não se avistarem os característicos ninhos brancos desta espécie, também não é preciso preocuparmo-nos, pois não haverá lagartas.

Pelo contrário, se estivermos num lugar onde existem pinheiros, na altura em que as lagartas processionárias descem das árvores na sua característica formação alinhada (daí o seu nome) , estas significam um risco para a saúde dos nossos cães porque os seus pelos urticantes provocam danos nos tecidos quando se estabelece o contacto direto com eles.

Uma vez que o cão leva o nariz e a boca a tudo aquilo que lhe chama a atenção, estas são as partes do corpo que correm mais perigo. No entanto, as lagartas podem causar danos parecidos em contato com a pele, ao serem pisadas ou caso o cão se  deite em cima delas sem querer.

O perigo pode aumentar quando se trata de um cachorro devido à sua falta de experiência. Daí este ser mais um cuidado com o nosso cachorro, a ter em conta quando estivermos a passear com ele.

O risco que significa a processionária para o nosso animal de estimação é o mesmo para todas as raças de cães, independentemente do tamanho; no entanto, correm mais perigo os cães que vão muitas vezes a zonas onde há pinheiros.

Sinais de que o cão teve contacto com a processionária

O mais óbvio, claro está, é ver que o nosso cão come alguma lagarta processionária, mas basta que ele cheire uma fila de lagartas para poder sofrer os mesmos efeitos, porque esta espécie de lagarta pode lançar os pelos urticantes quando se sente ameaçada, como se fossem verdadeiras setas.

Pelo contrário, se não virmos o nosso cão a ter contacto direto com as lagartas, mas, de repente, começar a querer coçar-se na zona da boca e a mostra-se mais inquieto do que o normal, devemos inspecionar esta zona (lábios, nariz, olhos e interior da boca) para comprovar algum sinal de irritação.

Além disso, o cão que teve contacto com a lagarta processionária pode ter febre e estar mais apagado. Neste caso, a visita ao veterinário é urgente.

São frequentes os casos de cães que desenvolvem reações anafiláticas graves quando têm contacto direto com as lagartas processionárias, podendo sofrer inflamações na língua e na laringe tão graves que causem a morte por asfixia ou  devido uma crise alérgica. Apesar de não se ter a certeza, muitos cães com outras alergias podem ser mais sensíveis ao contacto com a processionária.

Tratamento da processionária nos cães

*Video em Espanhol

Se suspeitarmos que o cão esteve em contacto com as lagartas processionárias ou caso tenha sinais de irritação, tais como comichão, vermelhidão e inflamação,  deveremos lavar a zona com água abundante, preferivelmente não muito fria, e levar o cão ao veterinário o mais depressa possível, para que este avalie se é necessário aplicar-lhe algum tratamento.

Não é de estranhar que o tecido afetado pelo composto urticante se deteriore e, neste caso, a intervenção do veterinário é imprescindível. Há casos de cães aos quais foi necessário tirar uma parte da língua por esta razão.

Ciclo de vida da processionária do pinheiro

A Thaumetopoea pityocampa é um lepidóptero nocturno cujos indivíduos passam por várias etapas de desenvolvimento: cinco larvares dentro dos característicos casulos brancos, a de crisálida de baixo da terra e a adulta, que só se realiza se ultrapassa o primeiro dia de vida.

Cada lagarta processionária tem até 500.000 pelos urticantes e a forma de seta destes permite-lhes lançá-los caso se sintam ameaçadas. Isto não só significa um risco para os animais de estimação, como já vimos, mas também para os seres humanos. Cuidado com as crianças!

A espécie botânica favorita da qual se alimenta esta espécie é o Pinus nigra (pinheiro larício), mas pode alimentar-se de qualquer espécie de pinheiro, inclusive de abetos e cedros

Fórum sobre o futuro do animal de estimação

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No próximo dia 24 de outubro Paris acolherá o Fórum sobre o futuro do animal de estimação, um evento único centrado nos próximos desafios relacionais entre pessoas e animais de estimação.

Personalidade influentes de distintos quadrantes e especialistas do setor reúnem-se para discutir possíveis rumos com vista a melhorar a vida dos animais de estimação na sociedade moderna.

No âmbito da comemoração do seu 50.º aniversário, a Royal Canin realiza um evento único em Paris, onde especialistas de todo o mundo irão abordar a questão da importância dos animais de estimação na vida das pessoas e debater-se-á acerca do seu futuro.

Contaremos com um considerável painel de especialistas internacionais (investigadores, cientistas e veterinários) para explorar um amplo leque de temas que afetam a relação pessoas/animais de estimação, como por exemplo:

  • Espaços urbanos
  • Escassez de recursos
  • Tendências sociais a nível global que afetam a saúde dos animais de estimação
  • O contributo das novas tecnologias para o nosso mundo
  • Controlo de um peso saudável, principal problema de saúde

Encontrará a agenda detalhada do dia aqui.

Queremos contar consigo e convidamo-lo desde já a acompanhar a transmissão em direto. Esperamos por si!

SAVE THE DATE

24 de outubro

Das 8:30 às 17:00

Link de ligação

Idioma das intervenções: inglês ou francês dependendo do palestrante