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Perdigueiro Português

  • Nome da raça: Perdigueiro Português
    Classificação: Grupo 7. Secção 1.1 (Cães de Parar Continentais, tipo Braco. Com prova de trabalho).
    Nome de origem: Perdigueiro Português
    Tamanho: Mediano
    Outros nomes:
  • Altura ao garrote machos:

    56 cm (tolerância de +/- 4 cm).

    Peso machos:

    20-27 kg.
  • Altura ao garrote fêmeas:

    52 cm (tolerância de +/- 4 cm).

    Peso fêmeas:

    16-22 kg.
  • País de origem:

    Portugal
Imagem doPerdigueiro Português

Características físicas

Proporcional ao corpo, bem construída, com dimensões harmoniosas, dá sempre a impressão de ser maior do que realmente é. Um pouco grossa, não ossuda ou empastada. Revestida de pele flácida e fina, não apresenta rugas. Vista de perfil é retilínea e quadrada vista de frente. Os eixos crânio-faciais longitudinais superiores são convergentes.

Região craniana
Crânio: visto de face é quadrado, com a linha superior quase plana; ligeiramente abaulado visto de perfil. O comprimento do crânio não deve ultrapassar 6/10 do comprimento total da cabeça com um índice cefálico de 60%. De frente a testa é quase plana, alta, larga e simétrica; ligeiramente abaulada vista de perfil. As arcadas supraciliares são bem desenvolvidas. O sulco frontal é largo e pouco profundo. A protuberância occipital é pouco aparente. Depressão nasal frontal (Stop): bem marcada (90-100º)

Região facial
Trufa: Preta, forma um retângulo perfeito (90%) com o chanfro e o lábio superior. É de boa conformação; as narinas são largas, húmidas e bem abertas. Chanfro: retilíneo e horizontal; suficientemente largo e da mesma largura por todo o seu comprimento o que representa 4/10 do comprimento total da cabeça. Lábios: lábio superior pendente, quadrado visto de perfil. Forma um ângulo direito (90%) com o chanfro; vistos de perfil os lábios formam meia-lua com a extremidade; vistos de frente formam um ângulo estreito com a linha inferior. O lábio superior une-se ao inferior por comissuras flácidas e por pregas, o que faz com que os cantos sejam um pouco abertos. A boca é moderadamente fendida; as mucosas apresentam uma pigmentação irregular; oclusão normal permitindo a sobreposição dos lábios. Maxilas / dentes: dentição sã, correta e completa, com articulação em tesoura. Faces: paralelas. A prega atrás da comissura labial é pouco visível; a região parótida é bem cheia.
Áreas do cão
Expressivos, muito vivos, castanhos de tonalidade mais escura que a pelagem; ovais quase redondos, grandes mas sem exagero, horizontais, enchendo bem a órbita. Pálpebras finas e bem abertas, de pigmentação preta.
Áreas do cão
De inserção acima da linha dos olhos, em direção à parte de trás da cabeça. Caídas, são quase planas com uma ou duas rugas longitudinais quando o animal está em atenção; de forma triangular, bem mais largas na base que na extremidade que é arredondada (relação 2.5:1). O comprimento das orelhas deve ser ligeiramente superior ao do crânio. São finas, macias e revestidas de um pelo fino, denso e muito curto.
Áreas do cão
Linha dorsal: retilínea, subindo ligeiramente da garupa ao garrote. Garrote: não muito alto. Dorso: curto, largo, retilíneo inclinando-se ligeiramente da garupa para o garrote. Rim: curto, muito largo, de forte musculatura, ligeiramente arqueado e deve unir-se bem à garupa. Garupa: de largura proporcional à da região lombar; conformação harmónica com um eixo ligeiramente obliquo inclinando-se um pouco para baixo. Peito: alto e largo, com boa amplitude do tórax, mais desenvolvido no sentido da altura e da profundidade do que em largura. Deve descer ao cotovelo. Na parte superior as costelas são bem arredondadas e muito largas; em corte transversal a caixa torácica é em forma de ferradura com as partes laterais unidas pelo esterno. Linha inferior e ventre: ligeiramente oblíqua do esterno às virilhas. O ventre plano liga-se às ancas numa curva arredondada; a distância que separa a anca da última costela dá ao flanco um aspeto curto e cheio.

Pescoço
Direito, ligeiramente arqueado no terço superior; de comprimento não inferior ao comprimento total da cabeça; não muito grosso e guarnecido de curta barbela. O pescoço deve ligar-se à cabeça de forma graciosa seguindo uma inclinação aproximadamente de 90º; a transição pescoço/tórax deve ser harmoniosa.
Áreas do cão
Membros anteriores: aprumados, vistos de frente; perfeitamente paralelos ao eixo mediano do corpo; vistos de perfil, os aprumos dão uma impressão de grande estabilidade, de apoio e de uma facilidade natural de movimento. Ombros: compridos, de inclinação média, bem colocados e fortemente musculados. Ângulo escapulo–umeral de 120º. Braços: bem colocados junto ao tórax. O seu comprimento está em relação com o do ombro; o seu ângulo está em relação com o grau de inclinação do ombro. Cotovelos: separados do tórax pela axila, os contornos são nítidos; o cotovelo é bem descido, equidistante da linha mediana do corpo, nem virado para dentro nem para fora. Ângulo úmero–radial de 150º. Antebraços: desligados do corpo, compridos, direitos e perpendiculares ao chão, vistos de frente e de perfil. Carpos: em perfeita continuação do antebraço. Metacarpos: largos, ligeiramente oblíquos. Mãos: proporcionais ao comprimento dos membros, mais arredondadas do que compridas, sem se assemelhar à pata de gato. Dedos bem formados, fechados, uniformes e sólidos para proporcionar um bom apoio. As almofadas são fortes e bem desenvolvidas; a pele é preta, espessa, dura e resistente. As unhas são fortes, duras e de preferência pretas.

Membros posteriores: aprumados vistos por detrás e de perfil e paralelos ao eixo mediano do corpo. Coxas: compridas, largas, bem musculadas. As nádegas apresentam uma curva mais ou menos acentuada; compridas com uma musculatura mais ou menos elástica. Ângulo coxo-femoral de 95º. Joelhos: um pouco abaixo, mas suficientemente perto do abdómen. Ligeiramente salientes e um pouco desviados para fora. Ângulo fémur-tibial de 120º. Pernas: bem colocadas, de comprimento proporcional ao das coxas, o seu ângulo deve estar relacionado com a inclinação da garupa. Jarretes: suficientemente abertos e bem colocados, largos e espessos com contornos nítidos. Ângulo tíbio–társico de 145º. Metatarsos: de comprimento médio ou curto, verticais, aproximadamente cilíndricos, secos e de espessura regular. Patas: idênticas às mãos mas ligeiramente mais longas.
Áreas do cão
Curto, duro, bem cerrado e denso, bem distribuído sobre todo o corpo exceto nas axilas, virilhas, região anal e a região genital onde o pelo é mais raro e macio. É mais fino e mais curto na cabeça e principalmente nas orelhas, o que lhe confere um aspeto aveludado. Sem sub-pelo.
Áreas do cão
Inteira: de comprimento médio, não deve ultrapassar o jarrete. Direita, de média inserção, grossa na base, adelgaçando gradualmente para a extremidade. Bem ligada, em perfeita continuidade com a linha da garupa. Em repouso cai naturalmente, nunca entre as pernas. Em movimento, eleva-se na horizontal ou um pouco acima da linha dorsal mas nunca na vertical ou em forma de foice.
Amputada: de maneira a cobrir as partes genitais sem as ultrapassar.
Áreas do cão
Amarela nas tonalidades clara, média e escura, unicolor ou com marcas brancas na cabeça, pescoço, peitoral, extremidade inferior dos membros, debaixo dos cotovelos e dos jarretes e na extremidade da cauda quando não é cortada.
Áreas do cão

Informação geral

Fotos