5 razões para identificar o seu cão com microchip

articulo_-micro-chip_perros_newQuando nos responsabilizamos pelo cuidado de um cão devemos fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para o seu bem-estar. Isto inclui oferecer-lhe a segurança que precisa e que, obviamente, merece.

A prevenção é sempre necessária, mas ainda é mais para aqueles que realizam atividades ao ar livre e costumam viajar com os seus mais fieis companheiros. Aqui encontrará 5 razões para colocá-lo, apesar de só precisar de uma: pode ser o bilhete de volta a casa do seu cão.

  1. É inofensivo e não incomóda. O microchip está incluído numa cápsula de vidro com uma espessura de um grão de arroz e um comprimento de um centímetro e meio que o veterinário “injeta” sob a pele do pescoço. O microchip identifica permanentemente o animal com um número único de microchip mundial de 15 dígitos.
  2. Só incomóda um pouco quando se coloca. É muito rápido, uma picada e já está e não precisa de anestesia. A sua resistência faz com que dure para sempre, identificando sem alterações e sem engano a mascote. Os dados associados ao identificador do animal podem ser alterados por um veterinário: mudança de endereço, de proprietário, etc.
  3. É uma forma económica de garantir a tranquilidade na família perante uma perda que nunca é desejada. Costuma fazer-se a partir dos três meses, coincidindo com a vacinação contra a raiva. O preço por implantá-lo pode variar, mas está à volta dos 30 euros. A sua verificação pode ser feita quer por veterinários quer pelas autoridades competentes.
  4. Evita usos indevidos do pedigree do animal permitindo o “cruzamento” das suas origens. A identificação com o microchip ajuda as pessoas responsáveis a identificar a procedência do cão e assim poder detetar qualquer irregularidade na qual podiam cair alguns supostos criadores/vendedores.
  5. O seu uso é comum e na União Europeia está bastante difundida a preocupação pelas mascotes. São muitos os países que têm um acordo de colaboração para compartilhar as bases de dados, o que permite ampliar a área da procura, no caso de roubo ou desaparecimento, mais para além do âmbito local. Para estes casos pode recorrer-se ao registo de mascotes europeias europetnet.

Em Portugal é obrigatório o microchip em todos os cães nascidos depois de julho de 2008. O seu veterinário informá-lo-á devidamente sobre qualquer aspeto que deva ter em conta sobre o uso do microchip.